Resenha |Transformers: O Último Cavaleiro

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Sinopse

Os humanos e os Transformers estão em guerra. Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro está enterrada nos segredos do passado, na história oculta dos Transformers na Terra. A salvação de nosso mundo recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee; um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Chega uma hora na vida de cada um de nós que somos chamados para fazer a diferença. Em “TransformersO Último Cavaleiro”, os procurados se tornarão heróis. Os heróis se tornarão vilões. Somente um mundo sobreviverá: o deles ou o nosso.

Resenha

Puxa! Já fazem dez anos desde o primeiro filme da franquia Transformers, e o aniversário foi bem comemorado com esse lançamento. Na semana passada fui ao cinema assistir Tranformers – O Último Cavaleiro e me surpreendi. Gostei muito do que vi, e ao final do filme deu aquela sensação de alívio de não ter jogado o dinheiro fora.

Na fila do cinema fiz uma breve recapitulação em minha mente, “o primeiro filme foi bom, aquele toque de surpresa e expectativa sobre o que viria pela frente, agradou; no segundo não teve muita coisa nova, saí do cinema com a sensação de terem piorado um pouco as coisas; no terceiro havia a expectativa de que seria a grande virada, mas, não foi, piorou mais; o quarto, bom, o quarto filme foi “difícil aguentar o filme acabar”. A sensação que tive no quarto filme foi de que ele durou umas 8 horas. Então, entrei na sala com aquela expectativa do tipo “acho que vou jogar meu dinheiro no ralo de novo”. Bem, quando não se tem muita expectativa, as coisas podem sair melhores do que o esperado, e foi isso que aconteceu.

Ainda não sei se é porque a gente acaba se acostumando ao estilo doido do diretor Michael Bay (colocar muitos conflitos ao mesmo tempo de uma maneira bem confusa) ou se realmente ele melhorou nesse quinto filme, mas, no quesito ação, a coisa foi bem legal. Tudo vai fluindo bem dinâmico e ficou bem legal com a gravação em 3D.

Sobre o enredo, nada de novo, a Terra está sendo ameaçada e precisamos da ajuda dos Autobots. Porém, o fato de terem relacionado a história dos Transformers com a do rei Arthur e o mago Merlim me surpreendeu. Ficou tudo bem costurado. Michael Bay disse em entrevista que juntamente com Steven Spilbert tiveram que unir duas histórias para criar esse filme. Apesar disso ter aumentado o tempo na sala do cinema, achei bem feito.

Gostei bastante da atuação de Anthony Hopkins. Achei até melhor que a do protagonista Mark Wahlberg. Cheguei a ficar torcendo por mais cenas do Sir Edmund Burton, personagem do Hopkins. O milionário excêntrico com seus Transformers excepcionais deram um colorido todo especial ao filme. Arrisco-me a dizer que sem ele, o filme perderia metade da graça.

Sobre os Transformers em si, Bumblebee se iguala a Hopkins, como sendo o coadjuvante que supera o principal em atuação, no caso OptimusPrime. Nesse ponto, Bee tem feito muitos fãs durante a série, e parece que os boatos de que ele ganhará um filme só dele é verdadeiro. Os Decepticons, eternos vilões, pareciam não ser uma grande ameaça dessa vez, o que achei estranho. E a variedade de robôs aumenta ainda mais no filme (o que particularmente achei justo, devido ao que encontramos no anime).

Preciso ainda falar das atrizes que atuaram no filme. Sobre a pré-adolescente Izabella (Isabela Moner), parece no inicio ser uma personagem importante, mas, no fim, parece que se tirarmos ela do filme não faz diferença. A atuação dela foi boa, mas, parece um daqueles elementos do diretor Bay que você fica sem entender. Ao contrário da Viviane Wembly, interpretada por Laura Haddock, que é fundamental na história e poderia ter mais da personagem na trama. Aliás, a gente fica sem entender o que o diretor quis dizer com as cenas de machismo em relação a ela. Tipo, se ele quis ser engraçado, não foi, se quis fazer uma crítica, não fez.

Finalmente, parece que ainda teremos um Transformers 6, e tomara que as coisas agora estejam no trilho. Pelo menos, parece que Michael Bay não irá dirigir o próximo. Vamos torcer por alguém que consiga ser melhor do que ele.

Vale a pena assistir o filme? Caso você não seja um crítico de cinema, vale muito! Tem diversão pra todas as idades em Transformers O Último Cavaleiro. E se você não assistiu nenhum dos filmes anteriores, pode ir tranquilo, pois no quarto filme eles (fuderam) mudaram toda a sequência e esse nem parece ter muita relação com o anterior (que tem muitos buracos na história).

Já assistiu? Conta pra gente o que achou! Deixe a sua opinião nos comentários.

Confira o Trailer

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About The Author

Nerd, Geek, viciada em livros, youtuber, aspirante a jornalista, apaixonada por animais e nas horas vagas tenta ser engraçadinha.